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Twelve Minutes

Já nem sei muito bem como descobri o “Twelve Minutes”, e digo “o” porque quando descobri achei primeiramente que ele era uma curta metragem que utilizava um cenário com vista de topo e em 3D, do interior de uma habitação. Ora, se assim fosse, estavam para mim reunidas as características de algo muito interessante, podendo a história ser melhor ou pior do que a expectativa que se poderia ter mas, no entanto, antes se quer de saber mais, seria já um caso daqueles muito desafiantes em que se utilizaria apenas um cenário para se contar uma história, e ainda por cima, uma história como aquelas que contamos na PORMIN todos os dias e num cenário que poderia ser um dos nossos, dado aquela perspectiva nos ser tão familiar.

Mas a verdade é que, quando procurei saber mais, descobri que Twelve Minutes não se tratava de uma curta-metragem mas sim de um jogo. Foi então que, por breves segundos fiquei no limite de quase me desinteressar, até pela distância a aquelas épocas de jogar jogos de computador e consola. Apesar desse pensamento de milésimas de segundo, rapidamente me lembrei da industria gigantesca a que os jogos pertencem e que, muitos deles derivam de livros, outros derivam em livros e na sua generalidade, hoje em dia, são verdadeiras produções cinematográficas e que inclusivamente derivam também mais tarde em filmes. Foi então neste ponto que decidi continuar a saber mais, até porque agora já começava a ficar com curiosidade para saber de que se trata a história. “Twelve Minutes” ou doze minutos é um thriller interactivo sobre um homem preso num loop temporal.

Quanto mais sabia sobre este (afinal) jogo mais gostava. Qualquer coisa que possua como conteúdo viagens no tempo, trocadilhos espaço-tempo e loops temporais são assuntos que quase me fazem deixar de ouvir tudo o resto. Mas as surpresas continuaram a aparecer quase sem querer. Twelve Minutes é um jogo criado pelo português Luís António e conta com as vozes de actores tão grandes como: James Mcavoy, Daisy Ridley e Willem Dafoe.

Com tudo isto, não sei se quero jogar por querer ver o filme ou se quero ver o filme para o poder jogar e ser uma das personagens.

Ok, fecha os olhos.
Eu quero que penses numa flor.
Olha para os seus contornos, para as suas curvas.
Agora eu quero que a imagines: a mudar,
A retroceder até voltar a ser um rebento.
Pensa nesse rebento, ainda por abrir.
Olha para ele como um todo,
E silenciosamente repete estas frases:
“Que sejas livre de sofrimento.”
“Que sejas livre de medo.”
“Que conheças paz e alegria.”

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[ Arquitectura ] [ Viagem ]

A Cidade da Cultura da Galiza

Um de entre muitos dos prazeres de viver no Norte de Portugal é inevitavelmente a proximidade a Espanha. A região autónoma da Galiza, até talvez pela própria geografia, funciona para os nortenhos como quase uma verdadeira extensão do Minho, com o acréscimo de se poderem aliar diferentes experiências e regalias da própria cultura espanhola. É com esse privilégio que, a apenas duas horas de carro de Viana do Castelo, se consegue chegar à capital da Galiza, a cidade de Santiago de Compostela e, é precisamente ainda a efetuar-se o acesso à cidade que se descobre ao longe, uma grande extensão de paisagem maioritariamente de cor clara em contraste com as cores de uma montanha, quase se assemelhando a uma pedreira. Essa montanha trata-se do Monte Gaiás e nele encontra-se o título deste artigo, a Cidade da Cultura da Galiza.

Idealizada pelo arquitecto americano Peter Eisenman, que ganhou o concurso internacional de arquitectura lançado em 1999 pela Junta da Galiza com um programa definido para a realização de um museu, uma biblioteca e espaços de espetáculos, Eisenman projectou seis edifícios concebidos em três pares: o museu da Galiza e o centro de arte internacional, a biblioteca da Galiza e o arquivo e, um teatro musical e um centro para a inovação cultural. O complexo ainda se encontra a em fase de construção, possuindo quatro desses edifícios já concluídos e em uso. O arquitecto Peter Eisenman, para além dessa formação, é também doutorado em Filosofia, e a verdade é que depois de se saber isso, quando se começa a estudar o seu estilo e as suas obras, essas influências sobressaem. A sua obra descreve-se geralmente como caracterizada pelo desconstrutivismo e pelo seu interesse pelos signos, símbolos e processos significação. Peter Eisenman afirma que a sua arquitectura…

Trata-se de interromper qualquer comunicação e situar dentro da própria arquitectura um dispositivo que faz com que a pessoa reaja de forma emocional, física e intelectual. Sem representação. A minha arquitectura não significa nada. Mas a experiência é outra coisa.

Peter Eisenman sobre o seu significado de arquitectura.

E a verdade é que, presenciando a Cidade da Cultura da Galiza, e lendo depois essa sua descrição, aquilo que se consegue afirmar é que o seu propósito foi efectivamente conseguido.

fotografia de eisenmanarchitects.com

A complexidade e multiplicidade de soluções presentes é tal que, assim que se entra dentro de um dos edifícios, os panos que fazem as fachadas exteriores, pelo lado interior parecem uma fachada completamente diferente. Para além disso, verifica-se quase sempre um segundo pano interior com uma estereotomia diferente criando a sensação da quase existência de um novo edifício, dentro do edifício da casca exterior. A heterogeneidade da relação entre formas curvilíneas e rectas, bem como a irreverência de alinhamentos e inclinações é tal que, se entende logo à partida que não existe um metro quadrado igual em todos os edifícios que, com a envolvente ocupam uma intervenção de 141.800 metros quadrados. Estar na Cidade da Cultura da Galiza, no exterior ou no interior de qualquer um dos edifícios, significa ter-se a constante sensação de se ficar imerso em diferentes estímulos, de todo o género e forma, e de serem tantos que não se conseguem absorver e processar todos. Este facto faz com que qualquer visitante tenha vontade de lá voltar, para poder ver mais, mais pormenores, sentir mais coisas diferentes, experimentar mais perspectivas diferentes e aliar a tudo isso ainda os eventos culturais, artísticos e as constantes exposições. Quando nós visitamos pudemos ver exposições de arte e uma exposição sobre “Cinema e Emoções, Uma Viagem à Infância”.

Mas deste complexo cultural, não se deve apenas particularizar os seus edifícios, mas também realçar os arranjos exteriores que revelam harmonias com jardins cuidados de plantações nativas da região da Galiza, e até mesmo, um lago e jardins literários que servem também de casa a várias espécies de animais. Aqui, não falta o que fazer, experimentar, ver e sentir. A única coisa que falta é mesmo poder desligar o botão do tempo para se poder apreciar todos os detalhes e pormenores.

Algumas fotografias da nossa visita

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[ Livros ] [ Séries ]

Normal People

A realidade é sempre mais difícil de contar. Esta frase pode parecer logo à partida um contra-senso uma vez que, da realidade apenas se teria de a retratar, sem aparentemente ser necessária qualquer criatividade. Na verdade, julgo que pensar-se isso não poderia ser mais errado. Se percorrermos a nossa memória, mesmo quando se faz um filme ou uma série sobre factos verídicos, parece existir sempre uma tendência para puxar determinado lado, seja ele mais cómico, mais dramático, mais romântico, ou outro qualquer estilo até porque, como se costuma dizer, “quem conta um conto acrescenta um ponto”, e parece mesmo ser quase inevitável isso acontecer, não de forma propositada, mas como se existisse um constante íman a tentar puxar para algum desses lados, quer pelo nosso gosto pessoal e estilo, quer pela própria percepção inicial da história que foi contada antes de sermos nós a contá-la. Ora, mas se esse exercício parece ser muito exigente, o de se tentar fugir constantemente a esse íman de tendência, imaginemos então quando a história é fictícia e pretendemos contá-la de forma tão real e ajustada à realidade. Isto foi o que aconteceu precisamente nesta série que possuí apenas uma temporada de doze episódios e baseia-se no livro com o mesmo nome, escrito pela irlandesa Sally Rooney. Normal People é uma série extremamente crua mas muito bonita pela sua história sincera e até tão simples, que nos faz sentir que facilmente seríamos uma das personagens. A realidade é inevitavelmente mais crua que o mundo cinematográfico, mas o que torna esta história tão especial é precisamente esse facto, pois conseguimos facilmente criar empatia com a história sem necessitar de terem sido criadas caricaturas, nem recorrer a excessos visuais ou sonoros.

Depois de ter visto a série completa, fiz o exercício de pensar em como contaria a história de toda a série a alguém (não, não, não se preocupem aqui não somos spoilers, podem continuar a ler). A conclusão a que cheguei foi que na verdade daria aparentemente uma história pouco interessante, podendo até ser uma história comum a quem a conta e a quem a ouve. Mas então o que é que faz desta série tão particular e por isso especial? E a resposta revela-se na surpresa de se verificar que uma história simples e aparentemente banal, zelando por não possuir grandes truques, nos faz relacionar tanto com ela, transportando-nos para uma variedade de emoções que causam quase sempre até um certo desconforto e estranheza, tendo um tema que sobressai constantemente, a importância da comunicação e o reflexo da falta dela. Outra das características mais marcantes desta série são os silêncios que se assumem sem medo e os diálogos constrangidos que são tão facilmente projectados para o nosso dia a dia (mesmo que possam ser sobre outro tema qualquer).

Dito isto, e se ainda faltassem argumentos para se aventurarem, resta-me dizer-vos que, não fomos apenas nós que gostamos desta série, Normal People encontra-se nomeada para os Emmys na categoria de:
– Melhor Direcção de Série Limitada, Filme ou Drama Especial
– Melhor Roteiro de Série Limitada, Filme ou Drama Especial
– Melhor Ator Principal de Série Limitada ou Filme
– Melhor Casting para Série Limitada, Filme ou Especial

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[ Música ]

Lubomyr Melnyk

“… não parece efectivamente fazer parte deste tempo e nem o consigo considerar propriamente humano…”

Lubomyr Melnyk – Barcarolle
Fotografia de Alex Kozobolis (em erasedtapes)

A fracção de tempo em que vivemos parece não merecer a sorte da coexistência com alguns seres. Um deles é Lubomyr Melnyk. O nome dele escrito, raramente não aparece como um erro ortográfico ou de desconhecido no dicionário. À primeira vista, poder-se-ia até ter a tentação de justificar esse facto por ser um nome de nacionalidade ucraniana, mas também quantos nomes estrangeiros já não pertencem a um quase dicionário universal?! A verdade é que se assim não fosse passaríamos a poder nos apropriar dele, na nossa fracção tempo. E ainda bem que não podemos, pois é importante termos a consciência que de facto Lubomyr Melnyk não parece efectivamente fazer parte deste tempo e nem o consigo considerar propriamente humano. Mas se até aqui pudesse ser difícil imaginar o porquê de tudo isto, mesmo depois de se ouvir a sua estonteante e talentosa música, o que nos parece praticamente impossível de acontecer, como se costuma dizer “contra factos não há argumentos” e então vejamos:

– Lubomyr é conhecido pela sua característica técnica de música contínua que se baseia numa execução de notas rápidas e séries de notas altamente complexas normalmente utilizando o pedal de sustentação;

– Lubomyr consegue tocar 19,5 notas diferentes por segundo com cada mão (recorde registado);

– Lubomyr consegue tocar entre 13 a 14 notas por segundo durante 1 hora (recorde registado).

Mas se toda esta demonstração de elevada técnica o torna tão especial e surreal, o que faz dele ser de outro mundo é a combinação dessas características com o seu sentido estético, de harmonia e de conseguir criar na sua música histórias com tantas sensações e emoções.

Fotografia de erasedtapes.com

Lubomyr nasceu na Ucrânia em 1948 e depois de estudar piano clássico e se ter formado em Filosofia e Latim no Canadá, em 1970 Melnyk foi para Paris, onde se viu sem casa e desesperado para conseguir uma fonte de rendimento. Foi então neste ponto que Lubomyr começou a acompanhar musicalmente as aulas de dança da companhia da coreógrafa experimental Carolyn Carlson. Essa experiência de poder ver os dançarinos de Carolyn arrebatou-o como uma epifania e começou a tocar um novo tipo de música, mais espontânea e de improvisação distanciando-se assim das convenções clássicas mais rígidas. Utilizando o pedal de sustentação para criar eco e reverberação Melnyk conseguiu transformar cascatas de notas livres em ondas de som hipnotizantes. Foi então neste ponto que Lubomyr encontrou um nome para este novo estilo: “música contínua”, que ele usa até ao dia de hoje.

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[ Música ] [ Passatempo ]

Concerto de Mário Laginha e Camané

“Aqui está-se sossegado” em Viana do Castelo

Passatempo termina em:

Por isso, só tens até dia 11 de Outubro de 2020 para concorreres.

Não é todos os dias que se pode ver um concerto de Mário Laginha e Camané, sentados de forma cómoda, na melhor fila e numa das salas mais bonitas do país. Esta é a tua oportunidade, estamos a oferecer 2 bilhetes para assistires a este concerto.

O que preciso de fazer para concorrer?

– gostar da nossa página de facebook aqui
– comentares a publicação respondendo à pergunta “Qual é o local onde te sentes mais sossegado?”
– partilhar a publicação do passatempo

Como sei se ganhei?

Quem possuir os três requisitos mencionados vamos efectuar um sorteio no dia 12 de Outubro de 2020 (o dia a seguir a terminar o passatempo) pelo que, divulgaremos o vencedor e entraremos em contacto por mensagem para enviarmos os bilhetes via e-mail ou serem dadas as instruções para levantamento dos bilhetes no nosso atelier.

Data e horário do Espectáculo:

Dia 18 de Outubro de 2020 às 21h30
Aparece um pouco antes para estacionares e beberes um “chazinho” no Café Concerto do Teatro Sá de Miranda.

Localização da Sala de Espectáculo:

Teatro Municipal Sá de Miranda
Rua de Sá de Miranda 49, 4900-529 Viana do Castelo

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[ Séries ]

Hunters

[ Este artigo é isento de spoilers e por isso pode ser consumido sem provocar qualquer reacção alérgica ]

Diz-se que há acontecimentos que são cíclicos na história mundial, e a verdade é que se pensarmos bem, por mais que se lute contra esse facto, o ser humano, infelizmente não consegue eliminar completamente características que acabam por degenerar nas maiores atrocidades do ser humano. Um desses casos que mais facilmente nos vem ao pensamento é o Holocausto na Segunda Guerra Mundial. Esta série americana, que estreou em fevereiro de 2020 na Amazon Prime, parte da seguinte premissa: “E se estivessem secretamente a preparar o aparecimento de um Quarto Reich?”.

Com apenas uma temporada, mas já com a segunda temporada confirmada, esta série caracteriza-se por um grande enredo e encontra-se recheada de muitos pormenores e detalhes nos diálogos que, tenho a certeza, te vão surpreender com humor, emoção, espanto e reflexão. Podendo esta considerar-se uma série de época, os cenários, adereços e cores utilizadas estão bem conseguidos percebendo-se esse facto até em detalhes como o tipo de transições consideradas ao estilo da época. Para além de tudo isto, e se argumentos ainda faltassem, a banda sonora está bem escolhida, é uma série com o actor Al Pacino e tem uma das coisas mais difíceis de encontrar hoje em dia, que é o facto de “não fazer a papinha toda” a quem está a ver e obrigar a um certo grau de atenção e raciocínio, o que acaba até por surgir com naturalidade pois a série cativa e prende-nos a esse exercício com entusiasmo.

Quem nos recomendou esta série foi a irmã de um de nós e todos sabemos como os irmãos têm imenso bom gosto 🙂

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[ Livros ] [ Receitas ]

O que é que a Bertrand e o Stroganoff têm em comum?

A livraria mais antiga do mundo tem uma belíssima revista literária e sucede que… é gratuita. A revista da Bertrand chama-se “Somos Livros” e, para além de ter uma impressão cuidada com a junção perfeita entre textura de papel, cores e design adequado ao seu propósito, está recheada de artigos interessantes, entrevistas e sugestões de livros para os amantes do mais fascinante objecto e para todos os gostos. Eu passo praticamente todos os dias por uma Livraria Bertrand e mesmo que passe por ela até mais do que uma vez por dia em nenhuma dessas vezes consigo deixar de virar o pescoço e parar a admirar, sendo que muitas dessas vezes acabo mesmo por não resistir e entrar. Mas, quando de uma dessas vezes vejo ao longe que os livreiros puseram a revista Somos Livros para os seus fãs e clientes poderem levar a minha passada meio que acelera no entusiasmo de ter a nova revista da Bertrand.

O exemplar mais recente que me fez escrever este artigo é o referente ao catálogo de verão 2020 e para além do fantástico conteúdo que tem, nas últimas páginas disponibiliza umas receitas culinárias. Não andará muito longe se dissermos com grande convicção que a probabilidade de uma pessoa ver pelo menos uma receita culinária por dia em algum lugar é muito grande, mas já que estamos a falar em probabilidade, também será muito preciso se dissermos que a probabilidade de executarmos alguma dessas receitas é bastante baixa. Tirando quando a receita demonstra logo à partida um imenso charme, com uma apresentação visual extremamente bonita e elegante e ainda por cima nos cativa com os seus ingredientes.

Foi isso que aconteceu com a receita de Stroganoff de Cogumelos da Bertrand, não resistimos e tivemos de a executar e a conclusão foi que é tão deliciosa que passou directamente para o livro das nossas receitas favoritas, escritas à mão no nosso caderno ultra restrito das melhores receitas do mundo. E agora, depois de tudo isto, só vos posso deixar aqui duas coisas: uma recomendação e a receita que acabei por renomear de Stroganoff da Bertrand.

Fiquem atentos à Revista Literária da Bertrand “Somos Livros”.

Receita de Stroganoff de Cogumelos da Bertrand

Ingredientes (2 pessoas)

– 400g de cogumelos variados
– 1 cebola roxa
– 2 dentes de alho
– 4 pés de salsa
– 1 colher de sopa de alcaparras baby
– 50 mL de uísque
– 80g de crème fraîche meio-gordo
– cebolinhas em picles qb
– cornichons em picles qb
– azeite qb
– paprica em especiaria qb
– pimenta-preta qb
– sal marinho qb

Para acompanhamento:
– arroz branco solto
– salada da época

Preparação

1. Prepare tudo antes de começar a cozinhar: arranje os cogumelos, partindo os maiores e deixando os mais pequenos inteiros, descasque a cebola e os dentes de alho e lamine tudo finamente. Pique grosseiramente as folhas de salsa e corte finamente os talos.

2. Coloque uma frigideira antiaderente grande em lume forte, adicione os cogumelos e a cebola, agite para acomodar tudo numa camada única e deixe grelhar, sem gordura, durante 5 minutos, mexendo com frequência. Regue com 1 colher de sopa de azeite e adicione o alho, as cebolas em picles, os cornichons, os talos de salsa e as alcaparras.

3. Ao fim de 30 minutos, verta o uísque, incline a frigideira com cuidado para flamejar ou pegue-lhe fogo com um fósforo longo (tenha atenção às sobrancelhas!) e, quando a chama se extinguir, adicione 1/4 de colher de chá de paprica, o crème fraîche e a salsa, e envolva tudo muito bem. Deslasse com um pouco de água a ferver para obter uma consistência suculenta e tempere a gosto com sal marinho e pimenta-preta.

4. Distribua pelos pratos, polvilhe com um pouco de paprica e sirva com arroz solto. Fica muito bem acompanhado também com uma salada da época.

Esperamos que gostem tanto quanto nós, mas para ser perfeito só mesmo executar esta receita numa cozinha criada por nós 😄.

nogueira.
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[ Música ]

Spotify

A música é a arte que talvez mais facilmente influencie o nosso estado de espírito. Esta é para nós uma ferramenta imprescindível de criação e por isso, ao ouvires a nossa playlist é como se estivesses connosco na nossa sala de trabalho no Atelier.

Todas as semanas vamos descobrindo novas músicas e novos artistas que vamos adicionando constantemente à nossa playlist para nós próprios ouvirmos e para agora também vocês poderem ouvir connosco e assim, já não seremos nós os únicos a dançar em frente ao computador, a assobiar a melodia principal, a tocar no ar na nossa bateria imaginária ou até mesmo a emitir sons aleatórios que na nossa cabeça soam a perfeitas notas afinadas.

E agora tu também podes fazer tudo isso connosco.